Posts tagged: bad religion

bedão

By luis, 05/Apr/2009 22:32

tatuei bedão.

Como já era de se prever…

By luis, 23/Jun/2007 12:45

o novo disco do Bad Religion está sensacional. Andei com uma preguiça violenta de escrever aqui, mas essa não posso deixar passar. Seguindo a linha Process-Empire, The New Maps Of Hell vem para dar continuidade ao trabalho que vem sendo desenvolvido desde a saída da banda da Atlantic e volta pra Epitaph.

1. 52 Seconds: Porrada do início ao fim, lembra Supersonic, a primeira do The Process Of Belief. O curioso é que a faixa não tem 52 segundos, e sim 58.

2. Heroes And Martyrs: Esta eu já conhecia. Primeiro pelo show da Argentina (que infelizmente não fui, mas ouvi no mesmo dia) e um dia depois no show aqui em Curitiba. Curta também.

3. Germs Of Perfection: Terceira do disco, terceira porrada, terceira com menos de 1:30. Início de álbum avassalador, dando continuidade à sequência de trincas iniciais matadoras que o Bad Religion tem feito desde o The Process Of Belief.

4. New Dark Ages: Na linha do The Empire Strikes First, lembra um pouco “All there is”, “Atheist Peace” e afins. Os famosos Ooozin’Aahs e os coros que só eles sabem fazer continuam perfeitos.

5. Requiem For Dissent: Até agora o disco mostra coesão e pegada, mas esta faixa já demonstra uma sutil combinação com elementos bastante utilizados na fase Suffer até Stranger Than Fiction. Mistura de Bad Religion de 1990 com 2004.

6. Before You Die: Agora uma mais levada, com ritmo mais cadenciado.

7. Honest Goodbye: Seguindo a já consagrada fórmula Bad Religion Pós-Major Re-Brett-Epitaph, chegou a hora da Balada. Esta é a Epiphany do New Maps Of Hell.

8. Dearly Beloved: Essa me lembrou a época do Generator também, mas sem perder as características atuais.

9. Grains Of Wrath: A melhor do disco. Nos faz lembrar o motivo de sermos o que somos hoje e o porque de gostarmos tanto do Punk Rock. Lembra Skyscraper, mas na linha do Stranger Than Fiction.

10. Murder: 1 ml de New America aqui, com um copo de Process Of Belief. Mexa bem.

Tem mais 6 faixas que eu não vou descrever. Por preguiça.

Resumindo: A sequência dos dois últimos discos, mas não com pitadas do Bad Religion antigo, e sim baldes de Bad Religion antigo, devidamente separados por fases e sabiamente aplicados à base pós 2002.

Nada mais nada menos que Bad Religion. Nada que lembre aquela música, ou aquela banda, ou aquela outra coisa que surgiu depois e sumiu antes do Bad Religion. Nada diferente do normal, nada diferente de Bad Religion.

Ainda bem.

bad religion day

By luis, 26/Feb/2005 02:38

bad religion day. até 2003, o dia do bad religion era celebrado em novembro, mas esse ano a data foi para o mês de fevereiro.

a repercussão internacional não é mais a mesma, e tudo está muito diferente nesse ano de 2005, mas eu tou fazendo minha parte.

em curitiba, a data é 26 de fevereiro, e este show de hoje é pra lembrarmos (ou não deixarmos esquecer) da importância do bad religion na história do rock, de 1980 até os dias de hoje.

muito do que temos hoje é devido a esta banda fantástica, que consegue se manter em atividade com um muito gás, viajando, tocando, gravando e passando a mesma mensagem durante anos, e sem cair na mesmice. a evolução musical é inevitável e incontestável, mas a proposta de hoje é a mesma do começo dos anos 80.

primeiro how could hell, depois o suffer excelentes.. part III, best for you, forbidden beat, slaves, politics.. depois no control. i want to conquer the world, sensacional! melhor música, sem dúvida. aí progress, no control..

ápice no against the grain, disco que parece coletânea. walk away, operation rescue, anesthesia.. muitas. generator, o disco escuro. começa quebrando tudo, depois continua. e sai a coletânea de verdade. all ages é discografia obrigatória, além de básica.

kerosene keeps me worm, build me up, tear me down… recipe for hate é uma energia diferente, mas é excelente do mesmo jeito. portrait of authority, struck a nerve.. american jesus, conhece essa? recipe for hate. uma banda de sucesso, se não é major, geralmente vira major. e aí grava um disco com slumber, infected, news from the front… e stranger than fiction.

e quando você pensa que o ápice foi em 1990, sai brett, entra baker. e o graffin faz algo fantástico chamado the gray race. perfeito do início ao fim. perfeito é a melhor descrição. 1995. faz 10 anos. e depois, como se não bastasse, fazem um ao vivo incrível, e sem overdub. não é de plástico, não é live in a dive. é tested. depois no substance com sowing the seeds of utopia, new america com 1000 memories, process of belief com kyoto now e the empire strikes first, com brett de volta e sinister rouge.

é isso aí. hoje é o bad religion day e minha parte é essa. quem quiser celebrar, apareça no 92 hoje, mas vai ficar pra fora, porque os ingressos já esgotaram.

afi, clove smoke catharsis
(bad religion só hoje de tarde)

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